Janeiro 27

Zines e Livretos

Espaço destinado para publicações do Desobediência Sonora e parceirxs em formato de zines e livretos

#1

Resgatando 1935: O Antifascismo nas páginas de A Plebe e A Lanterna / Fernando Konesuk
40 páginas / Publicado no papel e na internet em fevereiro de 2018

Este texto tem por objetivo resgatar o discurso antifascista nas publicações dos jornais anarquistas paulistanos A Plebe e A Lanterna, no ano de 1935, trabalhando com a hipótese de que a imprensa anarquista teve um papel de formação e orientação fundamental diante do operariado paulistano, o norteando em atuações de resistência no cotidiano contra o que anarquistas definiam como fascismo. 1935 carrega o término do ensaio para a concretização do Estado Novo, uma cidade de São Paulo se industrializando, com um operariado ainda imigrante, mas que já não era tão grande assim frente aos nacionais, com uma variação expressiva de tendências: trotskistas, comunistas do PCB, anarquistas, socialistas e integralistas. Neste ano, anarquistas não só atuavam no contexto sindical, mas em diversas ações, como as antifascistas.

Download: http://www.mediafire.com/file/zylipiby2wo0npk/Livreto__Resgatando_1935_-_O__antifascismo_nas_p%C3%A1ginas_de_A_Plebe_e_A_Lanterna.pdf

 

#2

A Bíblia do Diabo / Pantanal
62 Páginas / Publicado no papel e na internet em abril de 2018

A Bíblia do Diabo foi concebida logo após o 11 de Setembro, quando fui procurado por um recrutador da agência americana de serviços militares mercenários BLACK WATER, que trabalhava com informações privilegiadas sobre as invasões do Afeganistão e do Iraque, no âmbito da interminável e controversa Guerra ao Terror. Na ocasião eu estava desempregado e, acidentalmente ou não, o interesse do tal agente talvez tenha se fundado no fato de eu ter prestado serviço militar há poucos anos da então conjuntura e trabalhado como segurança privada até pouco meses. O emprego e o salário (quase o dobro do que recebia o soldado profissional americano) me atraíram, a princípio, mas aquela não era a minha guerra, ou ainda, não era o meu lado naquela ou em qualquer outra guerra. Passado, aproximadamente um ano, já em face do horror dos massacres unilaterais caraterísticos dos conflitos capitalistas, das mazelas igualmente genocidas que este sistema produz em todas as sociedades, dentro ou fora da zonas de guerras declaradas, pois todo o sistema gera conflitos destrutivos, e diante do avanço da tecnologia e das novas formas, sutis e grotescas, de alienação da juventude – que a faz parecer viver sob uma “maldição” – nasce este relato sobre o amor e a guerra.

Download: http://www.mediafire.com/file/yf2z416pb7e31dg/2%23_Pantanal_-_A_Panela_do_Diabo.pdf